Origens Sabemos que a raça foi nomeada inicialmente na Alemanha, onde o primeiro registro seguro apareceu em 1561, num livro de gravuras no qual ele é retratado com sua estrutura física inconfundível. Parece no entanto que desde o antigo Egito já existiam exemplares Dachshunds, conforme hieróglifos encontrados naquele país. Também no período Romano existiriam cães com características muito semelhantes às atuais. Os alemães é que desenvolveram a raça, porque desejavam um cão ágil e resistente, além de pequeno para que pudesse entrar nas tocas de animais e trazê-los para fora, ao alcance da mira do caçador. Além do corpo alongado e baixo, precisavam de um cão com excelente olfato e muita determinação. Sem dúvida, eles precisavam do Dachshund. Da Alemanha o Dachshund foi levado para a Inglaterra no século XIX, onde passou a fazer parte da corte inglesa, o que foi de grande importância para a popularização da raça. Nos Estados Unidos, sua presença começou com a importação de matrizes por volta de 1879 e, no Brasil, chegaram junto com os colonizadores europeus. Aqui foram chamados popularmente de "paqueiros", por serem excelentes caçadores de pacas. Sua popularidade o transformou inclusive em astro de comerciais, como o dos amortecedores COFAP. Hoje, este simpático cãozinho não é mais utilizado para caça, pois esta prática foi proibida por ser destrutiva e depreciativa na preservação de várias espécies animais. É válido citar que na Alemanha e alguns países da Europa existem provas de trabalho usando tocas artificiais com presas falsas, nas quais os cães ainda podem ser vistos em sua função original. Reconhecimento |